Monumentos e Pontos de Interesse

Torre do Relógio Considerada um dos ex-libris da cidade, este é certamente, um local a visitar. Localizada na Rua Bernardino Sousa, esta antiga torre muçulmana encontra-se integrada no edifício da antiga cadeia comarca. Já no séc. XIX foi-lhe implantada uma original coroa em ferro onde se encontra o sino das horas. Do cimo desta torre, poderá desfrutar de uma vista privilegiada sobre a cidade. Durante a noite, a Torre ilumina o centro de Albufeira, e é certamente uma referência para os apreciadores de cenários nocturnos.

Igreja Matriz Situada na Rua da Igreja Nova, a Matriz de Albufeira foi construída no Século XVIII (1782), tendo substituído a antiga matriz (originalmente mesquita árabe) que ruiu com o terramoto de 1755. Esta Igreja, de uma só nave, é do estilo Neoclássico e apresenta 4 capelas laterais, a capela baptismal, o coro, dois púlpitos e duas salas laterais. No altar-mor, é de realçar o belíssimo retábulo do pintor albufeirense Samora Barros (séc. XX), que serve de pano de fundo à imagem da padroeira de Albufeira, Nossa Sr.ª da Conceição. No cimo do arco da porta principal, podemos encontrar a cruz de Aviz, representativa da ordem Religiosa e Militar a que Albufeira pertenceu. Uma parte essencial da Igreja Matriz é a torre do sino, construída em 1869. No topo da longa escadaria de 28 metros, está um magnífico carrilhão de 8 sinos.

Capela da Misericórdia Situada na Rua da Igreja Nova, a Matriz de Albufeira foi construída no Século XVIII (1782), tendo substituído a antiga matriz (originalmente mesquita árabe) que ruiu com o terramoto de 1755. Esta Igreja, de uma só nave, é do estilo Neoclássico e apresenta 4 capelas laterais, a capela baptismal, o coro, dois púlpitos e duas salas laterais. No altar-mor, é de realçar o belíssimo retábulo do pintor albufeirense Samora Barros (séc. XX), que serve de pano de fundo à imagem da padroeira de Albufeira, Nossa Sr.ª da Conceição. No cimo do arco da porta principal, podemos encontrar a cruz de Aviz, representativa da ordem Religiosa e Militar a que Albufeira pertenceu. Uma parte essencial da Igreja Matriz é a torre do sino, construída em 1869. No topo da longa escadaria de 28 metros, está um magnífico carrilhão de 8 sinos.

Edifício da Antiga Albergaria Ainda na mesma rua, pode-se encontrar um dos 27 edifícios que resistiram ao terramoto de 1755, a Antiga Albergaria, na qual a Misericórdia acolhia viajantes e mendigos.

Arco da Travessa da Igreja Velha É um belo exemplo da arquitectura Árabe, denominando-se assim por se situar na rua onde se situa. Nesta área existiu uma mesquita Árabe que mais tarde foi transformada numa igreja Cristã, tendo sido um dos edifícios que ruiu durante o terramoto de 1755.

Museu Municipal de Arqueologia Este edifício localiza-se na antiga Câmara Municipal, estabelecida nesse local até meados dos anos 80. Situado na Praça da República, este edifício foi convertido no Museu Municipal de Arqueologia e subdivide-se por quatro grandes núcleos relacionados com os diferentes períodos: pré-história, período romano, período islâmico e Idade Moderna.

Bateria de Albufeira Construído aproximadamente no século XVI, numa área onde a falésia tem 41 metros de altura. A Bateria de Albufeira foi a primeira linha de defesa da Praça de Albufeira. Assume uma forma semicircular e continha peças de artilharia, onde se podem observar exemplos no Museu Municipal de Albufeira. A queda do penhasco deu lugar a um compartimento subterrâneo que era usado para armazenar as munições e pode ser visto ao longo do caminho da Bateria.

Muralha do Castelo Da antiga Muralha do Castelo de Albufeira, que protegia a então praça árabe dos cercos cristãos, resta hoje, somente um pequeno vestígio localizado na rua Joaquim Pedro Samora, onde em tempos se situava a “Porta Norte” ou “Porta da Praia”.

Porta de Sant’Ana Área que demarca uma das três portas do castelo, que era designada como um acesso ao exterior das muralhas e onde em tempos existiu uma capela com o mesmo nome (Sant’Ana), cuja ruiu em 1755. Após o final do século XVIII o culto a Santa Ana começou a ser feito na Capela actual. Os vestígios das muralhas do castelo podem ainda ser aqui observados.

Ermida de Nossa Senhora da Orada Muito próximo da moderna Marina de Albufeira, encontra-se a Ermida de Nª Sra. da Orada. A capela original data do séc. XVI, sendo que a que hoje encontramos, remonta da 2ª metade do séc. XVIII. No interior da capela a nossa atenção vai para um belíssimo retábulo de madeira, ao passo que no exterior, podemos destacar os túmulos de Francisco da Silva Cabrita, frei da Ordem de Avis e de Francisco Correia d´Ataíde Cabrita, importante figura da cidade nas lutas contra a guerrilha absolutista do Remexido. É desta ermida que parte todos os anos, nos dias 13, 14 e 15 de Agosto, a procissão em honra de Nossa Sra. da Orada, cujo cortejo decorre em pleno mar.

Igreja de S. Sebastião Construída em meados do século XVIII com traços arquitectónicos de raiz popular. Tem dois portais grandiosos. Pode-se destacar no seu exterior a belíssima cúpula e 2 portais: o lateral debruado por cantarias de estilo manuelino e o principal, talhado em estilo barroco. No interior uma nave única, onde se encontra um retábulo de madeira proveniente da segunda metade do século XVIII, seis imagens de santos em madeira e uma imagem em pedra. Actualmente, este é o núcleo de um interessante museu deste tipo de arte e pode ser visitada durante todo o ano.

S. Vicente de Albufeira No Largo Jacinto d’Ayet, encontra-se uma estátua em honra do Frei Vicente de Sto. António, ou São Vicente de Albufeira. Nascido em Albufeira em 1590, destacou-se pela sua inteligência, tendo prosseguido os seus estudos na capital. Aquando da morte dos pais, São Vicente opta pela vida religiosa, partindo para o México onde ingressou na ordem de São Agostinho. Posteriormente viajou para o Japão, para pregar a fé cristã, onde foi preso dois anos e foi torturado. Como nunca renegou a sua fé, acabou por ser condenado à morte na fogueira. Foi executado a 3 de Setembro de 1632 enquanto erguia um crucifixo e gritava “Viva a fé de Jesus Cristo!”. Todos os anos nesse dia são realizadas em Albufeira festividades em sua homenagem.

Monumento de Samora Barros No Largo Engº Duarte Pacheco, encontra-se desde 1987, o monumento em memória do ilustre albufeirense Samora Barros. José Ricardo Júdice Samora Barros, nasceu a 3 de Abril de 1887 em Albufeira, tendo estudado pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa, onde recebeu vários prémios. Defensor dos ideais liberais, destacou-se, não só como artista, mas também como defensor da sua terra e participante activo da vida social e política da cidade. O Município construiu este monumento em sua homenagem.

Galeria de Arte de Samora Barros Este edifício era antes utilizado como central eléctrica e remonta ao início do século passado. Em 1988 foi renovado e transformado numa Galeria de Arte. Este edifício é formado por 2 andares e os vãos exteriores em forma de arco possibilitam a iluminação natural do seu interior. Da sua fachada podem destacar-se os azulejos e os elementos decorativos da autoria do pintor que lhe dá nome.